segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O Transporte Aéreo

     O Transporte aéreo é o movimento de pessoas e mercadorias pelo ar com a utilização de aviões ou helicópteros. O transporte aéreo é usado preferencialmente para movimentar passageiros ou mercadorias urgentes ou de alto valor.
     A partir da Segunda Guerra Mundial a aviação comercial assistiu a um grande desenvolvimento, transformando o avião em um dos principais meios de transporte de passageiros e mercadorias no contexto mundial.
     O transporte aéreo foi o que mais contribuiu para a redução da distância-tempo, ao percorrer rapidamente longas distâncias. Rápido, cômodo e seguro o avião suplantou outros meios de transporte de passageiros a médias a longas distâncias.
Este meio de transporte implica construção de estruturas muito especiais. Os aeroportos requerem enormes espaços e complicadas instalações de saída e entrada dos voos. Por outro lado, os custos e a manutenção de cada avião são bastante elevados. Tudo isto contribui para encarecer este meio de transporte.
     Voar sempre foi um dos grandes sonhos da humanidade. Primeiro vieram os balões, no final do século XVIII, que ganhavam os céus graças à utilização de gases mais leves que o ar, como hidrogênio e hélio. Em 1900, o conde alemão Ferdinand von Zeppelin ia mais além, inventou o zepelim, um enorme dirigível, feito de metal e cheio de hidrogênio.
     Três anos depois, em 1903, os irmãos estadunidenses Wilbur e Orville Wright deram um voo ainda mais alto. Eles conseguiram manter uma embarcação por 59 segundos no ar. Era um avião primitivo, que foi lançado por uma espécie de catapulta. Mas quem conseguiu pilotar um avião pela primeira vez, sem rampas nem ajuda externa, foi o brasileiro Alberto Santos Dumont, em 1906. Isso foi na França e o nome do avião era 14-Bis. Dumont também foi o primeiro a controlar o voo de um veículo mais leve que o ar, o dirigível N-6, auxiliando em muito os intentos de Zepelim.
     Até hoje, estadunidenses e brasileiros disputam o título de inventor do avião. Para os estadunidenses, foram os irmãos Wright, por serem os primeiros a voarem com um aparelho mais pesado que o ar e com um motor a combustão interna, embora não haja provas concretas deste voo através de filmagens e houvesse apenas três testemunhas no local além dos irmãos. Para os brasileiros, Santos Dumont, por ser o primeiro a voar sob os olhares de juízes e de uma multidão, além da cobertura feita pela imprensa na época e a existência ainda hoje de uma gravação em rolo do momento em que o 14-bis deixava o chão. A verdade é que a invenção do brasileiro, além de melhor documentada foi mais eficiente, porque voou por conta própria, somente com o impulso dado pelo motor, ou seja, por seus próprios meios. A dos estadunidenses necessitava de um impulso externo, ou seja, não obteria a velocidade necessária por seus próprios meios.

  • Vantagens:
    • É o mais rápido para transportar passageiros a médias e grandes distâncias.
    • Grande liberdade de movimentos.
    • É dos mais seguros e cômodos.
    • É o mais adequado para o transporte de mercadorias de alto valor (diamantes, instrumentos de óptica, produtos farmacêuticos, etc.) e de mercadorias perecíveis (fruta, flores, etc.)

  • Desvantagens
    • Elevada poluição atmosférica, devido à emissão de dióxido de carbono.
    • Poluição sonora nas áreas circundantes aos aeroportos.
    • Forte consumidor de espaço, devido à construção das infraestruturas.
    • Elevado consumo de combustível.
    • É muito dispendioso.
    • Algumas áreas estão congestionadas, devido à densidade do tráfego, gerando problemas de segurança.
    • Muita dependência das condições atmosféricas (nevoeiro, ventos fortes…).
    • Reduzida capacidade de carga (em relação a transportes marítimo e ferroviário).

    Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Transporte_a%C3%A9reo

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O Transporte Ferroviário

     O transporte ferroviário tem sofrido significativas evoluções técnicas, tornando-se cada vez mais rápido, seguro, cômodo e econômico. Com a evolução, houve a criação de vagões que dão resposta à necessidade de deslocação de certas mercadorias, tais como, os vagões – frigorífico, vagões – cisterna, entre outros.
     Para o transporte de mercadorias, são fixados preços e condições que são reunidos em tabela, aos quais se dá o nome de tarifa. Os preços da tarifa variam de acordo com a distância, peso e dimensão do bem a transportar. Para comprovar o transporte, é emitido um documento, a declaração de expedição, que tem de acompanhar o expedidor até à entrega do produto ao destinatário (Comboio, [2003?]).
     A circulação de bens e mercadorias entre diferentes países obriga ao cumprimento de um agregado de formalidades. Todas as mercadorias que circulam nas diversas redes ferroviárias têm de se fazer acompanhar por um documento identificativo denominado CIM (Declaração de Expedição de Tráfego Internacional), que substitui o documento de trânsito, facilitando todo o procedimento. Quando se trata de mercadorias comunitárias apenas é necessária a fatura da mercadoria. No entanto, se as mercadorias forem extra-comunitárias, é indispensável um despacho aduaneiro.
     O transporte de mercadorias perigosas também tem associado um regulamento, o RPF (Regulamento Nacional do Transporte de Mercadorias Perigosas por Caminho de Ferro). Neste documento está descrita a informação sobre quais as mercadorias perigosas que podem ser transportadas por caminho-de-ferro no território nacional e os termos em que esse transporte pode ser realizado (Informação, 2009).
     O transporte de mercadorias pode ser dividido em quatro tipos de serviços: combinado, materiais de construção, multi cliente e outros tráfegos especializados (Serviços, 2009).
     
     Combinado
  • Contentores e caixas móveis: as mercadorias são contentorizadas e existe a possibilidade de associar o transporte ferroviário com os demais meios de transporte. Com este método não há risco de ruptura de carga nem manipulações intermédias.

    Materiais de construção
  • Areia
  • Cimento: o transporte de cimento é feito a granel, em pacote e em paletes.
  • Brita e rochas ornamentais.
  • Materiais de via-férrea: dentro desta categoria é possível transportar balastro, carril, travessas, aparelhos de mudança de via, maquinaria de construção de via.
  • Produtos cerâmicos: transporte de tijolo e telha, entre outros, em vagões – plataforma.

    Multicliente
  • Agro-industriais: transporte de cereais, rações e adubos, a granel, empacotado ou em palete.
  • Madeiras: todos os tipos de madeira e seus derivados.
  • Produtos siderúrgicos: tais como varão, malha, bobines, tubos e sucata.

     Tráfegos especializados
  • Carvão
  • Automóveis: o facto de um comboio poder ter um comprimento aproximado de 500 metros, possibilita o transporte de mais de duas centenas de automóveis de uma só vez. Para além disso, o transporte ferroviário também é utilizado no transporte de componentes necessários à indústria automóvel.
  • Minérios
  • Combustíveis: o transporte de combustíveis exige vagões e cuidados especiais visto serem produtos nocivos e explosivos. Nesta classe de produtos é possível incluir petróleo, gás, gasóleo, gasolina, resíduos, entre outros.
  • Produtos químicos: esta classe de produtos inclui todo o tipo de substâncias que, ao serem descartadas, podem apresentar efeitos nocivos para a saúde humana e/ou para o meio ambiente, quando manipuladas desadequadamente. Como exemplo, é possível transportar amoníaco, carbonato, anilina.

         Diante da situação em que nos encontramos quando saímos de carro e nos deparamos em uma BR, a primeira coisa que vem a cabeça é ´´ seria tão bom ter uma ferrovia para desenforcar um pouco essa estrada´´.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Scania lança na Europa nova edição do Melhor Motorista de Caminhão!

Fabricante sueca dá a largada para a competição já tradicional realizada pela marca; a expectativa é que cerca de 55 000 motoristas em 39 países participem do desafio!
   
   A Scania lança este mês na Europa a competição Melhor Motorista de Caminhão 2012. Criado em 2003, o desafio consiste em avaliar as habilidades dos motoristas visando contribuir com a segurança nas estradas e valorização do profissional, além de promover uma condução que alie eficiência à redução de emissão de poluentes. 

   "O motorista é o fator mais importante para a economia, o meio-ambiente e a segurança", afirma Leif Östling, presidente e CEO da Scania. "Condutores qualificados e comprometidos são fatores fundamentais para um transporte eficiente, contribuindo para a redução na emissão de poluentes, para a segurança rodoviária e para a lucratividade da empresa. Essa combinação é a prova que  sustentabilidade e resultados financeiros positivos podem andar a lado a lado", explica o executivo.  

   As provas foram elaboradas para se aproximar o máximo possível do dia a dia dos motoristas, com simulação de manobras e outras situações comuns ao volante. "A competição foi criada para chamar a atenção dos motoristas, celebrando suas habilidades e valorizando os atributos da profissão, extremamente importante para sociedade. Ao fazermos isso, buscamos elevar o status dos motoristas e atrair mais pessoas para profissão", diz Östling.

   Nos próximos meses, serão anunciadas mais etapas ao redor do mundo, como Austrália,  Hong Kong, Argentina, Coréia, México, Singapura, China, Chile, Malásia, Peru e África do Sul, assim como ao redor da Europa.

   No Brasil,  a quarta edição da competição Melhor Motorista de Caminhão está prevista para ser lançada no próximo ano. Em sua última edição, em 2010, o evento contou com mais de 28 000 condutores, consagrando o Brasil como recordista de inscrições entre os países em que a ação é realizada pela Scania.


Fonte: http://transportemundial.terra.com.br/index.asp?codc=1787

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Juros pagos pelo Brasil construiriam 332 aeroportos!

   A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) lançou nesta terça-feira (29 de novembro 2011) o Jurômetro, uma ferramenta online que calcula quanto o governo brasileiro pagou em juros da dívida no acumulado do ano. Além disso, o instrumento permite comparar o que o governo poderia fazer com o dinheiro em relação à educação, habitação, renda e transportes, como por exemplo, quantas escolas ou casas populares poderiam ser construídas, quantas cestas básicas poderiam ser compradas, ou quantos novos aeroportos poderiam ser inaugurados. De acordo com o Jurômetro, o País já pagou cerca de R$ 216 bilhões em juros no acumulado de 2011, montante suficiente para construir 332 aeroportos.
   Ainda no transporte, o dinheiro poderia ser destinado à construção de 90 mil km de ferrovias e 166 km de rodovias. Caso fosse destinado à renda, daria para pagar 397 milhões de salários mínimos, ou 896 milhões de benefícios do Bolsa Família. O montante poderia arcar com os custos de 667 milhões de cestas básicas.
   Na educação, o total pago daria para manter cerca de 104 milhões de crianças estudando, além de equipar 527 mil escolas e construir outras 234 mil. Já na habitação, os R$ 216 bilhões poderiam ser destinados à construção de cerca de 3 milhões de casas populares, 100 milhões de novas ligações de água e 64 milhões de ligações de esgoto.
   A ferramenta utiliza dados oficiais do Banco Central (BC), corrigidos com base em mudanças na meta da taxa básica de juros (Selic) e do número de dias. Segundo o BC, a dívida pública líquida do País é de 37,2% do Produto Interno Bruto (PIB) acumulado em 12 meses. De acordo com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, o objetivo é mostrar para a população o que ocorre quando a taxa de juros aumenta ou diminui.
   “Quantos sabem o que representa 1 ponto percentual nos juros? Além disso, o objetivo é haver mais conscientização por parte da sociedade, e talvez lembrar as pessoas do BC que aqueles valores são muito elevados”, afirmou Skaf. A Fiesp está construindo painéis do Jurômetro para serem colocados em frente a sede da instituição, na avenida Paulista em SP, e próximo ao BC em Brasília.
   A Fiesp acredita que se a Selic for mantida em 11,5% até o fim do ano serão pagos pelo governo R$ 240 bilhões em juros da dívida pública. A média de juros reais no mundo é de 0,04%, enquanto no Brasil é quase de 6%, segundo a entidade. O Comitê de Política Monetária (Copom) inicia nesta terça-feira à tarde e termina amanhã a última reunião de 2011. A expectativa dos analistas financeiros da iniciativa privada é de redução para 11% ao ano.


Tirem suas próprias conclusões...


Fonte: Site Logística descomplicada

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Transporte Rodoviário

   O transporte rodoviário é o transporte feito por estradasrodoviasruas e outras vias pavimentadas ou não, com a intenção de movimentar materiais, pessoas ou animais de um determinado ponto a outro. Representa a maior parte do transporte terrestre. Mais utilizado no país, 96% do movimento de passageiros e 60% do transporte rodoviário
   O transporte rodoviário em sua maioria é realizado por veículos automotores, como carrosônibus e caminhão. Segundo a ANTT, existem cerca de 130 mil empresas de transporte de cargas no Brasil com mais 1.6 milhões de veículos que oferecem trabalho, diretamente, a pelo menos 5 milhões de pessoas. Segundo a COPPEAD, da  Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o transporte corresponde a 6% do PIB nacional.
   Na logística o transporte rodoviário é uma das áreas mais importantes. Segundo a COPPEAD, os custos com transporte chegam a 60% dos custos logísticos e a redução de custos nessa área é muito importante, pois corresponde em média 20% do custo total das empresas. Cada vez mais as empresas estão de olho nessa fatia do mercado, pois o transporte no Brasil chama a atenção por faturar mais de R$ 40 bilhões e movimentar 2/3 do total de carga do país.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Mudança em pedágio para caminhão.


Projeto de Lei 1727/07
   A Comissão de Viação e Transportes rejeitou na quarta-feira (28) o Projeto de Lei 1727/07, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), que obriga a instalação de balanças para pesagem de caminhões em pontos de pedágios nas rodovias federais e estaduais, com a finalidade de determinar o valor do pedágio e punir o excesso de peso. Pelo texto, o pedágio será proporcional à carga transportada pelo caminhão. O caminhão que transitar sem carga pagará a mesma tarifa de pedágio cobrada de veículos de passeio.
   O relator, deputado Moises Avelino (PMDB-TO), apresentou parecer contrário ao projeto. Ele argumenta que a implantação da proposta implicaria em alteração nas regras pactuadas para as concessões de rodovias. Isso, em sua avaliação, geraria uma enxurrada de pleitos das concessionárias para restabelecer o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos. Além disso, observa, a medida promoveria insegurança jurídica e o afastamento de prováveis parceiros privados, que deixariam de realizar parceria com o poder público.
Desequilíbrio
   Avelino alerta ainda que a redução do valor pago pelos caminhões seria compensada com o aumento da tarifa para outros tipos de veículo, “desequilibrando uma distribuição de valores já mundialmente consagrada”. Ele ressalta que a equiparação da tarifa dos caminhões que transitem sem carga com a dos veículos de passeio fere o critério de proporcionalidade entre o dano potencial causado ao pavimento e o valor pago pelo veículo. O relator afirma também que o projeto desconsidera as dificuldades na operacionalização da pesagem e apuração da carga efetiva de cada veículo, em decorrência da grande variedade de modelos de caminhão.
Tramitação
   O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será ainda examinado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


   Cada vez mais, estão estreitando os caminhoneiros e as empresas de transporte a não carregar excesso de peso... Porém, muitas vezes, se não carregar excesso, a carga transportada será entregue no prejuízo! Talvez seria melhor fazer uma lei onde, o km rodado de um truck fosse de no mínimo R$ 1,80 e de uma carreta R$ 2,80.     Feito isso, aplicar uma multa de uns R$1.500,00 por tonelada pra quem carregasse excesso! Seria bom para todos!


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Chineses também chegam ao mercado de caminhões

Caminhão Foton 6,5 toneladas
A 18ª edição da Fenatran (Feira Internacional de Transportes) é marcada pela começo da chegada das marcas chinesas no mercado de pesados. Empresas como a Foton quer cercar as principais marcas e, para isso, traz ao Brasil três modelos, de PBT 3,5T, 6,5T e 8,5T. Todos com freios ABS e ar-condicionado de série.
                                                   
Lado esquerdo: cavalo mecânico Shacman TT 420cv
Lado direito: caminhão chassi LT 385cv
 Quem também faz sua estreia é a Shacman com cinco modelos. São três cavalos mecânicos e dois caminhões chassi. O carro chefe será o TT 420 6x4 feito para bitrens. Os caminhões chassi LT podem ter 385 ou 420 cv de potência e é visado para trabalho em mineradoras, canaviais, madereiras e construções em geral.

Caminhão Shacman
   A Shacman enfatiza que os caminhões chineses estão alinhados com a tecnologia moderna e já atende   as exigências Conama 7 e Euro 5. "Acho que é uma evolução natural da tecnologia e por uma boa causa, ainda que em princípio o custo do transporte deva subir um pouco por conta dos preços dos caminhões e do uso do novo componente a base de uréia”, disse João Comeli, diretor de produtos da Shacman Brasil

Algumas já estavam por aqui

Caminhão Effa com capacidade para 02 toneladas
   Entre as marcas conhecidas está a Effa, que lança um novo caminhão de duas toneladas. O restante da linha passou por uma reestilização, como a picape e a van Start, que custam R$ 27 mil e R$ 31.500 respectivamente.

   Não parece uma veterana de mercado, mas a Changan é o novo nome da Chana, que não pegou bem no mercado brasileiro por motivos óbvios. A sua conhecida linha de utilitários de pequeno porte também mudou de nome para Mini Star.

   De volta ao segmento de pesados, outra marca chinesa na mostra é a Sinotruck com os Howo 380 6x2 e 6x4. Os caminhões já são vendidos no Brasil. Um Howo preparado para Fórmula Truck também está na exposição.

Cavalos Mecânicos Sinotruck



Cavalo Mecânico Howo preparado para Fórmula Truck
 Fonte: http://msncaminhoes.icarros.com.br/noticias/caminhoes/chinesas-tambem-chegam-ao-mercado-de-caminhoes/10795.html

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Número de caminhões tem crescimento superior ao do total de veículos em Santa Catarina

  
                                                                      

   O número de caminhões nas estradas de Santa Catarina cresceu mais do que o número total de veículos em 2011, incluindo motos e automóveis. O segmento fechou o acumulado do ano até setembro com alta de 8,77% nas vendas, em relação ao mesmo período do ano passado. O crescimento se deu sobre a base de 8.540 caminhões vendidos nos nove primeiros meses de 2010, que representaram alta de 45,58% sobre o mesmo período de 2009. Neste ano, até setembro, foram 9.289 caminhões vendidos.

   No Brasil, o setor de caminhões deve registrar o recorde de vendas de aproximadamente 170 mil unidades até o final deste ano. Até setembro, o crescimento foi de 15,95%. Em Santa Catarina, a variação do aumento de caminhões, no período, aproxima-se do crescimento nas vendas de automóveis e comerciais leves, que é de 10,86%. Para o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave) de Santa Catarina, Sergio Ribeiro Werner, o crescimento expressivo da venda de caminhões nos últimos cinco anos, com destaque para 2010, tem acompanhado o aquecimento da economia brasileira.

   — O Brasil tem um modal de transporte essencialmente rodoviário. Então, o aumento de caminhões nas estradas é proporcional ao volume de commodities agrícolas e minerais no país, que, além disso, também está investindo na infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014  — observa.

   O presidente da Fenabrave de SC espera que o setor feche 2011 com crescimento entre 8% e 10% no Estado. Ele acrescenta que, nos próximos anos, as vendas do setor deverão evoluir proporcionalmente ao PIB brasileiro, crescendo o dobro da economia do país.

   O que também deve impulsionar as vendas nos próximos meses é a corrida para comprar veículos com a tecnologia Euro 3, mais barata do que a Euro 5, que passa a ser obrigatória em 2012. Essa antecipação deve provocar retração nas vendas de 2012, em cerca de 10%, preveem as montadoras.

Fonte: Diario Catarinense

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Uma breve comparação entre os modais: Hidroviário, Ferroviário e Rodoviário.

Item
Barco
Trem
Caminhão
Peso morto por T de carga transportada
350 kg
800 kg
700kg
Força de tração – 1 CV arrasta sobre
4.000 kg
500 kg
150 Kg
Energia: 1Kg de carvão mineral 1 T a
40 Km
20 Km
6,5 Km
Investimentos para transportar 1000T, em milhões de DM
0,75
2,5
3
Quantidade de equipamento para transportar 1000T
1 Empurrador e 1 Balsa
1 Locomotiva e 50 Vagões
50 Cavalos Mecânicos e 50 reboques
Vida Útil em anos de uso
50
30
10
Custo (R$/km) Tonelada por Km transportado
0,009
0,016
0,056









Fonte: Dergo, Valec, Ahitar/MT (Site Catho, Prof Piñel)


Comparações de eficácia por modalidade de transporte

*Um comboio de 10 mil toneladas transporta a carga equivalente à transportada por 278 caminhões com 36 toneladas cada um.

*Um comboio de 10 mil toneladas, num percursso de 500km, consome cerca de 21 toneladas de combustível. Uma frota de caminhões, para cobrir o mesmo percursso, consome 54 toneladas.

*Para se conduzir uma frota de 278 caminhões são necessários 556 homens, entre o motorista e ajudantes. Um comboio de 10 mil toneladas é tripulado por 12 homens.

*Um comboio de 10 mil toneladas transporta a carga equivalente a carga transportada por 100 vagões do tipo Jumbo Hopper.
Fonte: Environmental Advantages of Inland Barge Transportation, 1994 – US Maritime Administration. (Site Catho, Prof Piñel)  

   

  
   Tendo como base estas informações, está mais do que claro, que o nosso governo deveria investir mais em transporte hidroviário, pois temos muito ainda o que explorar e também o transporte ferroviário.
   Pensando bem, não precisa... Já iremos gastar muito dinheiro com as Olimpiadas e a Copa do Mundo... Isso sim é investimento, só espero que tudo isso que será investido, pelo menos se pague... Que em meu ver, não irá!

   Um abraço à todos e já registro aqui, minha crítica...

domingo, 25 de setembro de 2011

E agora Gerente de Logística?

   Muitas vezes nos encontramos em alguns situações nada boas... Com certeza, é o caso do responsável pelo armazém do vídeo abaixo, que você irá ver. O que fazer numa situação dessas? O correto é, não deixar que ela aconteça...  Tenha sempre uma boa equipe de funcionários, com uma conversa aberta e sempre prestando atenção na satisfação deles.
   Lamentável, porém tem pessoas que são capazes de fazer isso, esquecendo de sua moral e ética, pensando apenas na ''saída'' e no ''seguro de desemprego''.
   Um forte abraço a todos e espero que nunca nos deparemos com uma ''sacanagem'' dessas, nunca!


sábado, 17 de setembro de 2011

O custo da Logística no Brasil atinge mais de 10% do PIB

   A parcela gasta pelo Brasil com logística em proporção do PIB (Produto Interno Bruto) supera a fatia destinada pelos Estados Unidos ao setor. Já que em termos absolutos os americanos gastaram, ano passado, R$ 2,08 trilhões em logística e o Brasil “apenas” R$ 391 bilhões, o volume representou 10,6% do PIB brasileiro, enquanto nos EUA essa fatia foi de 7,7%. Os números constam de pesquisa divulgada pelo Ilos – Instituto de Logística e Supply Chain, que mostra ainda uma média de 8,5% da receita líquida gasta por empresa com o setor de logística no Brasil.
   Para Maurício Lima, diretor de capacitação do Ilos e responsável pela pesquisa, divulgada ontem no 27º Fórum Internacional de Logística, o Brasil não investe o que deveria para diminuir os custos de logística das empresas.
   “Para cada aumento de 1% do PIB, seriam necessários investimentos para garantir o aumento de 1% na capacidade de transporte”, frisou Lima, acrescentando que o governo brasileiro deveria estar investindo cerca de R$ 70 bilhões, ou 2% do PIB, em logística por ano. “Hoje investimos cerca de R$ 15 bilhões na prática, mas sem qualidade”, afirmou.
   Lima ressaltou que “o que temos de logística retrata o Brasil da década de 1970″. Durante as décadas de 1980 e 1990, o investimento público no setor somou cerca de 0,2% do PIB por ano.
   O aumento médio de 4,4% do PIB nos últimos anos e o crescimento do setor de serviços permitiu redução dos custos de logística no país em relação ao PIB, o que, para o pesquisador, reflete um quadro comum. “Quando uma economia se desenvolve, o normal é o custo de logística diminuir”. No entanto, para as empresas, o custo de logística em relação à receita líquida tem crescido. Em 2005, era de 7,4% em média. Hoje é de 8,5%.
   A análise mostra que os gastos com transporte doméstico são os mais significativos, somando R$ 232 bilhões, o equivalente a 6,3% do PIB. Os gastos com transporte representam 54% dos custos médios das empresas com logística e 4,6% do valor de sua receita líquida. Muito atrás, os gastos com estoque e armazenagem ficam praticamente empatados, com 23% e 22% dos custos médios para as empresas, respectivamente.

Fonte: http://www.logisticadescomplicada.com/custo-da-logistica-no-brasil-atinge-mais-de-10-do-pib/#utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+logisticadescomplicada+%28Log%C3%ADstica+Descomplicada%29

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Algumas curiosidades sobre Logística!

MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM
   A importância da atividade de movimentação e armazenagem nos custos logísticos de uma empresa...

   A atividade de movimentação e armazenagem responde por cerca de 30 % do total dos custos logísticos. A atividade de separação de pedidos (picking) responde por 60 % dos custos do armazém.

   No armazém tempo é $$$...

   Mais de 50 % do tempo de um operador na atividade de separação de pedidos é destinada ao deslocamento de um lugar para outro.

   A maior área total coberta do mundo...   A United Parcel Service (UPS) tem a maior área total de armazenagem coberta do mundo, com 6,9 milhões de metros quadrados. O Wal Mart vem em segundo, com 5,72 milhões de metros quadrados. Dentre os operadores logísticos, a Exel tem 5,21 milhões de metros quadrados.

   Os maiores Centros de Distribuição do Brasil...   As Casas Bahia e o CBD (Pão de Açúcar) têm, provavelmente, os maiores centros de distribuição do Brasil. O do CD, em Osasco, possui cerca de 200.000 m² de área construída. O da Casas Bahia localizado em Jundiaí, SP, tem 178 mil m² de área construída. Em seguida estão o CD do Ponto Frio, em Guarulhos,SP, com 141 mil m² e o da VW Parts & Acessories, construído em Vinhedo,SP, com 132 mil m².

   O maior centro multimodal de resinas plásticas do mundo...A Katoen Natie, operador logístico, que tem sede na Antuérpia, na Bélgica, possui o maior e mais avançado centro de distribuição multimodal de resinas plásticas do mundo, dispondo de 1.000 silos e 1.000.000 de m² de área para armazéns dentro de um complexo que envolve área total de 130 hectares.

   Informações obre armazéns infláveis...Armazéns infláveis têm vida útil aproximada de 15 anos, pé direito máximo de 10,5 metros, largura máxima de 30 metros, comprimento máximo de 100 metros e podem resistir a ventos de até 80 km/h.

   A maior produtora mundial de empilhadeiras...
A Linde é a maior produtora mundial de empilhadeiras, com vendas anuais de aproximadamente US$ 2,5 bilhões.

Abraço a todos!

Fonte: http://www.via6.com/topico/186540/curiosidades-sobre-logistica

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Porto de Paranaguá é pioneiro em estabelecer Logística Reversa

   A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) publicou uma ordem de serviço determinando que os materiais adquiridos pela Appa e relacionados no artigo 33 da Lei 12.305 – que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos – devem obedecer aos princípios da logística reversa.

   Isso significa dizer que produtos como agrotóxicos (seus resíduos e embalagens), pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas fluorescentes e produtos eletroeletrônicos terão que ter sistemas de logística reversa com seus fornecedores, mediante retorno dos produtos após o uso, de forma independente do serviço de coleta e destinação de resíduos sólidos.

   A lei, sancionada em agosto de 2010 e regulamentada em dezembro passado, está sendo implementada este ano e o Porto de Paranaguá é um dos pioneiros no cumprimento das definições. A logística reversa é um conjunto de ações e procedimentos que viabilizam a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial para reaproveitamento em outros ciclos produtivos.

   Dados do Governo Federal, através do Ministério do Meio Ambiente, mostram que entre 30 e 37% de todo o lixo recolhido no Brasil são resíduos secos, que podem ser reutilizados, e 55% são resíduos úmidos, aí incluído o material orgânico. Com isso, apenas de 8% a 10% é formado por rejeito realmente inaproveitável.

   De acordo com o Chefe do Núcleo Ambiental do Porto de Paranaguá, Ricardo Castilho, a implantação da logística reversa no porto vem complementar o trabalho já realizado pela Administração. Desde o início deste ano, todo o resíduo de grãos (soja, milho, farelo de soja e trigo) varrido do cais após a operação de navios é reutilizado, sem gerar qualquer custo para a Appa.

   “Quando o grão cai no chão, ele molha ou se contamina, não podendo mais ser exportado. A varredura realizada após a operação recolhe este resíduo que tem destinação correta, contribuindo com o meio ambiente e gerando economia para a Appa”, explica.

   Desde o início deste ano, a Associação dos Operadores do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá (AOCP) é responsável por fazer a varredura do cais após a operação dos navios. O resíduo é enviado para uma empresa de Ponta Grossa que faz a compostagem deste material, usando-o como adubo para a plantação de grama.

   Antes disso, a Appa pagava para que o material orgânico de grãos fosse varrido do cais e enviado para o aterro sanitário. Após a implantação deste novo sistema, o lixo retirado da Appa – que era de 315 toneladas/mês, em média – caiu para 100 toneladas/mês, representando uma economia mensal de aproximadamente R$ 40 mil, além de contribuir com a sustentabilidade.
 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A Logística no Comério Eletrônico (E-Commerce)

    Pessoal, hoje estou postando o artigo que entreguei na minha pós.
Cujo tema é: A LOGÍSTICA NO COMÉRCIO ELETRÔNICO.
Ele está salvo em PDF, é só clicar no link abaixo que irá abrir o site onde ele está hospedado...

   Espero que ele possa ajudar as pessoas que estão pensando em abrir um site de vendas e também ajudar em trabalhos de aulas ou pesquisas.
Abraços e bons estudos!!!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Logística? Definições e Origem!


    O termo  Logística, segundo o Dicionário Aurélio vem do francês ‘’ LOGISTIQUE’’ , sendo uma de suas definições como: ‘’a parte da arte da guerra que trata do planejamento e da realização de: projeto e desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição, reparação, manutenção e evacuação de material para fins operativos ou administrativos’’.
    A logística teve origem nas organizações militares, que era a arte de movimentar exércitos. Grandes conquistadores foram inspirados, como: Júlio César, Napoleão, Alexandre – o Grande, entre outros. Um dos maiores exemplos que posso destacar aqui é o exército de Alexandre - o Grande, da Macedônia. Seu império, por volta de 376 A.C. alcançou diversos países como Grécia, Pérsia e a Índia. Ele usava engenheiros, contra mestres, equipe de estudos estratégicos, cavalaria e infantaria. Usava funções de como destruir a resistência da cidade a ser atacada.
    Alexandre montou outra equipe que seguia à frente do exército de 35.000 homens, comprando todos os suprimentos necessários e montando armazéns avançados durante todo o trajeto para atender esses soldados, que consumiam 100 toneladas de alimentos e 300.000 litros de água por dia. Graças a essa estratégia, o exército de Alexandre caminhava em média 32 quilômetros por dia, enquanto que outros exércitos deslaçavam-se apenas 17 quilômetros, pois dependiam de carros de boi para realizar o transporte de suprimentos. Deste modo, fez com que o exército de Alexandre tivesse grande vantagem perante o inimigo e chegasse a percorrer em torno de 6.400 quilômetros do Egíto à Índia.
    Durante a 2ª Guerra Mundial, em meados do século XX, a logística teve seu impulso: movimentando tropas, navios, aviões, carros e armas de combate, municões e suprimentos. Fizeram acordos e parcerias estratégicas entre países, tudo dentro de um planejamento logístico, com o intuíto de vencer o inimigo!
    A logística foi estudada sob a visão acadêmica de John Crowell, no início do século XX, onde detalhes como custos e fatores afetavam a distribuição dos produtos agrícolas.
Na década de 60, as Universidades de Ohio e Michigan ministravam cursos de graduação em logística, reconhecido pelo Governo Americano. A universidade de Harvard em 1965, introduziu o conceito de análise de custo total nas àreas da logística.
Nas décadas de 70 e 80, foram identificados os componentes dos custos de manutenção dos estoques e é apresentada uma metodologia para o seu cálculo; nas empresas americanas ocorre a implantação das diversas técnicas em logística como: MRP, Kanban e Just-in-time. Mostrando a necessidade da integração da logística com toda a empresa em geral.
    Graças as formações estratégicas dos blocos econômicos ( NAFTA, MERCOSUL, etc... ), na década de 90, a logística se consolida.
    Como sempre, o Brasil está atrasado e teve iníco na logística nos anos 70, com a adoção das técnicas pelos setores de energia elétrica e automobilístico. Foram criados Instituto  e Associação para a administração, movimentação e armazenagem de materiais.
    Surge o primeiro grupo de estudos de Logística, nos anos 80. Onde foram  trazidos do Japão os primeiros sistemas modernos de logística integrada, como: Just-in-Time e o Kanban, que foram desenvolvidos pela Toyota. Foram criados também o Paléte Padrão Brasileiro, a Associação Brasileira de Logística e a instalação do primeiro Operador Logístico no Brasil.
    Com a abertura do mercado brasileiro internacionalmente, na década de 90, a estabilidade econômica, a privatização de portos, rodovias e empresas públicas, a logística começou a tomar forma dentro das grandes, médias e pequenas empresas brasileiras.
    Hoje em dia a  logística pode ser definida como uma ciência, pois tem base de estudo, envolve cálculos e métodos, algoritmos de rotas, algoritmos de endereçamento,  modais. E por que também algumas àreas precisam ser estudadas e preparadas para resolver diversos problemas, que são pedidos, estoque e transporte. Os pedidos são de venda e compra, que dão início e fim á logística. O estoque é o intermediário, que vai balancear os pedidos de compra e de venda, tendo que gerenciar o estoque. E por fim o transporte, que cerca de dois terços do custo logística está nele, por ser ineficiênte aqui no Brasil.
    Para finalizar, ‘’as empresas compreendem que Logística é a somatória das
atividades da Administração de Materiais e a distribuição física. Neste sentido,   destaca-se que o interesse pela Logística será crescente no futuro e que seus conceitos sempre serão alvo de observação, análise e adaptação às necessidades empresariais para o incremento da eficiência, bem como para a eficácia das empresas sujeitas às constantes e aceleradas mudanças em razão dos avanços tecnológicos, das mudanças econômicas e das transformações globais’’.


 
Fontes: Cursos 24 Hrs ( Curso de Logística )